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Rita's Corner

21 anos. Porto.

Rita Soares. Com tecnologia do Blogger.
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Boa noite!
Hoje decidi trazer aqui a minha playlist de eleição de sempre, com 20 musicas, que eu criei no spotify, onde mostra um pouco o tipo de musicas que eu gosto e estas em particular nunca me canso de ouvir. Não estão por ordem de gosto.

PlaylistSpotify: https://open.spotify.com/user/ritasoaresb/playlist/6hIC41KOv2jARiedcSfaV2?si=39yRE9ZUQCmtHMhhm3SnfQ




Para quem não tem spotify aqui vai do youtube:

Disturbed - The Sound Of Silence
Modest Mouse - Float On
Machine Head - Damage Inside
Korn - Twisted Transistor
Megadeth - Symphony Of Destruction
Avenged Sevenfold - A Little Piece Of Heaven
Limp Bizkit - Hot Dog
Rob Zombie - Living Dead Girl
Godsmack - Voodoo
System Of A Down - Violent Pornography
The Offspring - You're Gonna Go Far, Kid
Red Hot Chili Peppers - The Getaway
Eagles - Hotel California
Queen - Another One Bites The Dust
Gorillaz - Out Of Body
Disturbed - Never Wrong
Korn - Freak On A Leash
Korn - Falling Away From Me
Blink-182 - What's My Age Again?
Paramore - Misery Business


Espero que tenham gostado, até uma próxima, xoxo 😁💀
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Sábado, 24 de Junho de 2017

Hoje tive kinda um ataque de pânico em frente ao Z e a minha mãe.
Tinha ido celebrar o São João a casa de um familiar e passamos a tarde a conversar. A casa tem bastante "mato" a volta, algum tratado, outro nem tanto, e no dia de calor que estava, naturalmente, ficamos cá fora.
Quando chego a casa precisei de ir a casa de banho, estava mesmo aflita, estava no telemóvel quando baixei as calças e senti qualquer coisa na minha perna, na parte exterior do joelho, que foi puxada pelas calças. De longe parecia borboto ou um pouco de verniz preto, mas quando me aproximei vi patas a mexerem e percebi que era uma carraça.
Só tinha visto uma carraça na vida e foi no Opie (o meu cão) quando o encontrei da rua ele trazia uma na orelha e meteu-me imensa impressão na altura, mas ver uma em mim foi igualmente aterrorizador. Só pensava "e se não a conseguir tirar?" "e se a cabeça dela ficar no meu corpo?".
Desatei a chorar como uma alma perdida e a gritar de medo. A minha mãe apareceu e ficou igualmente assustada quando a viu, ela também nunca tinha visto uma até ver a do Opie.
O Z entrou pela casa de banho a dentro e tirou com uma pinça a carraça da minha perna. Eu estava a tremer por todos os centímetros do meu corpo.
Acreditem quando digo que não houve um único segundo em que eu tenha tirado as calças durante a tarde, nem a casa de banho fui, só mesmo quando cheguei a casa, e tava de calças de ganga pretas, razoavelmente grossas.
Felizmente a carraça não estava infetada e como foi tirada relativamente rápido da minha perna não fiquei doente nem nada do gênero, e agora passados quase 5 meses nem uma unica marca tenho na perna. Portanto amigos da natureza e vida selvagem, acreditem que também o sou, mas tenho cuidado com "matos" pois a roupa não vos protege.
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Hey!
Hoje gostava de vos apresentar o meu cão. O nome dele é Opie , é um mix de Castro Laboreiro e faz hoje 11 meses que está presente na minha vida.
Ele é a coisa mais doce a face da terra, e não podia estar mais feliz com a decisão que tive em ficar com ele.
Voltando um pouco ao passado, o dia em que o Opie entrou na minha vida, foi um domingo, dia 15 de Janeiro de 2017, um casal de irmãos, chegaram ao nosso portão com um baby dog nos braços, com a intenção de falar com a minha vizinha de cima, pois ela tem conhecimentos em canis, e eles na esperança de ajudar a encontrar um lar para este cachorro, decidiram passar por cá. Para minha sorte a minha vizinha é uma pessoa religiosa e ao domingo ao noite vai até a igreja assistir a missa, portanto quando eles chegaram ela já não se encontrava em casa, mas sim eu, a minha mãe e o Z.
Mal o vi pela primeira vez fiquei apaixonada, era tao pequenino, cerca de 1/2 meses, tao calminho mas ao mesmo tempo tão assustado eu só o queria salvar o protege-lo de todo. Ele tinha sido abandonado no cima da minha rua, na porta de uma escola primaria. Diria eu que quem o deixou lá tinha tudo pensado.
Ainda me lembro tão bem, ele tava tão assustado nessa noite, a tremer, cheio de pulgas e até uma carraça, não comia nem bebia água, e eu mãe preocupada já sei saber o que fazer para ele se sentir em segurança. Levei-o ate ao pátio para ele poder fazer as suas necessidades mas nada, só andava a cheirar e até se enfiou em sítios que quase ficava lá preso. Não pude dormir com ele nesse dia devido aos bichinhos que ele trazia. No dia seguinte é que ele já começou a comer e a fazer necessidades e já fiquei muito mais aliviada.  Dei-lhe os desparasitantes, interno e externo, e passados mais ao menos 2 dias ele já começava a brincar com os bonecos e até a ferrar as nossas mãos.
O tempo foi passado e já la vão 11 meses a aturar esta peste que tanto se porta bem como se porta mal, quem diria que um baby dog que quando apareceu não abria a boca agora rói tudo o que lhe aparece a frente? Nem queiram que eu comece, é telemóvel, é moveis da sala, é lençóis, é extensões, e fichas elétricas, tudo! a ele nada lhe escapa, mas também é normal, afinal ele ainda é um baby.
Se tiverem alguma duvida sintam-se a vontade de perguntar e no entretanto deixo-vos com fotos dele e o instagram para mais @opiethecastordog  😄💀










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Quarta-feira, 21 de junho de 2017

Um dia normal, acordo vou almoçar, fico a procrastinar durante a tarde, depois chega o final do dia e o Z aparece em minha casa.
Jantamos e vamos ao shopping no intuito de encontrar uma prenda para a irmã dele que ia fazer anos no próximo domingo e não fazíamos a minima ideia do que lhe oferecer. Chegamos ao shopping escolhemos o que queríamos (até nem foi difícil) e à meia noite voltamos para casa.
No caminho, mesmo a chegar a casa, o Z estava a ir a velocidade normal para ele (rápido) e a estrada estava deserta (ou eu pensava que sim).
Nisto encontramos-nos com um carro em sentido contrario e um atrás do nosso, quando subitamente um gato bebé, 1 mês de vida no máximo, se atravessa na estrada. Entrei em pânico e a primeira reação que tive foi parar de respirar, chegar-me para a frente e gritar enquanto o Z pós pé a fundo no travão para não atropelar o gatinho, sem aviso prévio para o carro atrás. Poderia ter acabado em acidente mas ele não hesitou.
Passaram-se apenas dois segundos que para mim foram duas horas a procura do gato que tinha ficado em baixo do carro. Em lagrimas, a pensar que tínhamos tirado a vida do gato, ele subiu o passeio do lado direito da estrada, assustado, e continuou a correr, a fugir do que podia ter sido o seu último destino. 
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Hey! O meu nome é Rita Soares, por aqui faço um pouco de tudo.
Espero ver-te mais vezes!

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