Quarta-feira, 21 de junho de 2017
Um dia normal, acordo vou almoçar, fico a procrastinar durante a tarde, depois chega o final do dia e o Z aparece em minha casa.
Jantamos e vamos ao shopping no intuito de encontrar uma prenda para a irmã dele que ia fazer anos no próximo domingo e não fazíamos a minima ideia do que lhe oferecer. Chegamos ao shopping escolhemos o que queríamos (até nem foi difícil) e à meia noite voltamos para casa.
No caminho, mesmo a chegar a casa, o Z estava a ir a velocidade normal para ele (rápido) e a estrada estava deserta (ou eu pensava que sim).
Nisto encontramos-nos com um carro em sentido contrario e um atrás do nosso, quando subitamente um gato bebé, 1 mês de vida no máximo, se atravessa na estrada. Entrei em pânico e a primeira reação que tive foi parar de respirar, chegar-me para a frente e gritar enquanto o Z pós pé a fundo no travão para não atropelar o gatinho, sem aviso prévio para o carro atrás. Poderia ter acabado em acidente mas ele não hesitou.
Passaram-se apenas dois segundos que para mim foram duas horas a procura do gato que tinha ficado em baixo do carro. Em lagrimas, a pensar que tínhamos tirado a vida do gato, ele subiu o passeio do lado direito da estrada, assustado, e continuou a correr, a fugir do que podia ter sido o seu último destino.
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